Neste passado mês de novembro o habitual “CIG- Informa_ensino” esteve dedicado na íntegra a explicar e promover a introdução da língua portuguesa no ensino público galego. As condições em que esta língua se encontra e é tratada no ensino público galego apresentam-se-nos como de inferioridade e diferencial, quando menos, em detrimento de outras matérias que sim obtêm um tratamento como especialidades próprias e, portanto, com vagas específicas, concursos específicos, profissionais qualificados, etc.

Desde a DPG queremos aplaudir e agradecer esta iniciativa da organização sindical e esperamos que num futuro próximo não careçamos deste tipo de ações e a língua portuguesa ocupe o lugar que de seu lhe pertence no atual sistema público de ensino e que, já agora, a “Lei 1/2014, do 24 de marzo, para o aproveitamento da lingua portuguesa e vínculos coa lusofonía” avaliza e legitima mas que não chegou, ainda, a desenvolver e executar como corresponderia.

Folha informativa distribuída pelos centros de ensino galegos.

Folha informativa distribuída pelos centros de ensino galegos no mês de novembro de 2016.

 

Os sindicatos apoiam reivindicação da DPG

Quarta-feira, 03 de Fevereiro de 2016

Mais um ano a DPG vem de solicitar a ajuda e apoio dos sindicatos galegos no referente à solicitude e reivindicação de consolidação do existente e criação de vagas de português no ensino secundário galego.

No passado dia 15 de janeiro de 2016 a DPG e representantes sindicais fizeram um ato simbólico de entrega no Registo Geral da Junta da Galiza de um escrito onde se reitera a necessidade de uma aposta clara por parte da administração galega no ensino da língua portuguesa no sistema de ensino público galego, assim como a eminente criação de vagas da especialidade.

escrito 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E a fotografia do ato de entrega no Registo Geral da Junta da Galiza:

DPG + sindicatos

Agradecer a CNT, CIGA, FETE-UGT, CSIF, STEG e ANPE o seu apoio.

UNANIMIDADE SINDICAL EVIDENCIA NECESSIDADE DE REGULARIZAÇÃO DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO SECUNDÁRIO GALEGO

O documento focaliza a reivindicação na vantagem competitiva da Galiza no tema e na deficiência e instabilidade da oferta educativa que vem sofrendo o ensino do português como segunda língua estrangeira no sistema educativo galego.

Oito sindicatos pedem a criação de vagas para língua portuguesa como segunda língua optativa no ensino secundário

No passado dia 17 de dezembro de 2010, oito sindicatos galegos (STEG, CIG-Ensino, FE-CCOO, FETE-UGT, CNT, ANPE, CSIF e CUT) apresentaram um escrito no Registo Geral da Junta para o Diretor Geral de Educação, Formação Profissional e Inovação Educativa onde se reivindicava a criação de vagas da especialidade de português como segunda língua opcional no ensino secundário galego, e o estabelecimento de uma listagem de substituições própria.

O documento recolhe as reivindicações da Associação de Docentes de Português na Galiza (DPG) que solicita a convocatória de concurso-oposição de português como segunda língua para o presente ano académico 2010/2011, e destaca, que no atual panorama educativo, a Galiza tem uma vantagem competitiva fronte a outros países ou autonomias (caso da Estremadura, Castela e Leão ou Andaluzia) onde o português, com mais de 200 milhões de falantes no mundo, já está a receber um forte impulso  por parte da administração no ensino secundário.

Os sindicatos consideram que o crescente aumento de número de alunos/as nas cadeiras ofertadas desta especialidade justifica a regularização e incremento da oferta para “poder responder com qualidade e eficácia às novas exigências educativas”.

Porquê estudar português na Galiza?

Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008